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TECIDOS INTELIGENTES PARA A PRÁTICA ESPORTIVA

labirinto

Tecnologia têxtil aliada aos esportes está no D.N.A. da Santaconstancia. Seus diretores Alessandro, Luca e Costanza Pascolato praticam windsurf, pilates e yoga, respectivamente.
Fundada em 1948, sempre pioneira em pesquisas e lançamentos de tecidos com novas tecnologias, introduziu, na década de 80, o Supplex® com Lycra® no mercado brasileiro, iniciando a mudança do comportamento de compra do vestuário esportivo.
Visando maior conforto e bem-estar, além de benefícios como respirabilidade e secagem rápida do tecido, aos poucos, os atletas e os praticantes de fitness perceberam que a roupa também começava a fazer parte da estratégia de melhoria na performance, entrando para o mundo dos tecidos inteligentes.

Nos anos 90, lançou o tecido Coolmax®, com os principais clubes de futebol no Brasil, para as bermudas de compressão, capaz de diminuir a fadiga muscular e evitar lesões, além de melhorar a performance.
Com o crescimento dos mercados de fitness e wellness, novas tendências e desejos surgiram, inspirando a Santaconstancia a desenvolver novas variedades do Supplex, mais leves e mais pesadas, além dos tecidos com novas tecnologias, como proteção bacteriostática (Biotech) e proteção UVA e UVB.
Todos os tecidos tecnológicos são testados garantindo a qualidade e o uso adequado da tecnologia para o consumidor moderno e informado. para identificar esses produtos na roupa, basta procurar pelas etiquetas santaconstancia nas lojas de sua preferência.

Realizção:

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Apoio:

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Parceria:

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02/07/2009 at 20:23

A importância do tecido esportivo para atletas profissionais

“A qualidade de um tecido de performance é comparada com as peças de um carro de F1, ou seja, se o carro tem muito motor e pouco grip, a potência desenvolvida não será totalmente efetiva. No tecido, se temos bom alongamento, porém pouco power, o comportamento do tecido será limitado”.

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Oscar Galindez, Triathleta Profissional, com inúmeros títulos, entre eles Ironman, Campeão Mundial de Duathlon, Penta Campeão Pan Americano de Triathlon, e Presidente da OG Design.

“Utilizo muito a minha experiência quando escolho as roupas para competir e fico sempre atento às novidades, principalmente observando outros atletas e locais onde estou competindo. tudo que for leve e compacto, que propicie proteção e conforto com desempenho é sempre bem-vindo”.

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Foto: Thomas Scheidt

Robert Scheidt, Campeão Olímpico de vela, possui 117 títulos, entre eles a medalha de ouro da classe Laser nos Jogos de Atenas (2004) e uma medalha de prata nas Olimpíadas de Sydney (2000).

logosta

02/07/2009 at 20:15

Os tecidos de compressão

por Prof. Dr. Turíbio Leite

As ciências do esporte tiveram enorme desenvolvimento na última década. Com o início do novo milênio, novos recursos foram pesquisados com o propósito de melhorar o desempenho nos esportes. Quando imaginamos que nos aproximamos dos limites do corpo, surgem novos avanços nas mais diferentes áreas, o que possibita aos atletas obter mais velocidade ao correr, saltar mais alto e desenvolver mais força, ou seja, proporcionar a expectativa da quebra de recordes e superação dos limites.
Quando falamos em novos avanços, devemos incluir também roupas e equipamentos esportivos. os recursos advindos dessa área contribuem para a melhora do desempenho dos atletas. a tecnologia utilizada nas roupas esportivas tem representado um importante papel. Hoje, um novo princípio tem sido repetidamente comprovado por recentes pesquisas em vários laboratórios em todo o mundo:

O princípio da compressão.
Trabalhos científicos originados em laboratórios de alta tecnologia apontam para a enorme importância da roupa esportiva incorporar o princípio compressivo, principalmente de forma seletiva em determinados grupos musculares. Grandes grupos musculares, quando exercitados sob grau adequado de compressão, incorporam as seguintes vantagens:
• Melhor propriocepção, o que significa percepção mais refinada da posição de cada segmento corporal no espaço “interpretado” pelo cérebro, o que repercute em melhor precisão na execução dos movimentos e prevenção de lesões.
• Melhor aplicação de força em função da diminuição da vibração muscular, o que repercute em melhor qualidade do próprio treinamento.
• Diminuição dos micro-traumas musculares, o que resguarda a integridade da musculatura submetida à sobrecarga do exercício e melhora a recuperação pós-esforço.
O princípio compressivo ganha cada vez mais valor e nos permite preconizar sua utilização muito além da já conhecida bermuda de compressão. segundo pesquisas, muitos atletas de várias modalidades já utilizam roupas compressivas, o que parece ser apenas uma questão de tempo para que freqüentadores de academias passem a usar esse tipo de roupa em aulas de musculação, aeróbica, spinning, entre outros.

02/07/2009 at 20:09

Roupas e Acessórios como protetor solar

por Prof. Marcus Maia – Santa Casa de São Paulo

A proteção solar é um conjunto de atitudes que consiste em evitar exposição nos horários de maior insolação, escolher áreas de sombra e utilizar filtro solar. Entretanto, sabemos que cada uma destas medidas não é completa, pois não determina uma proteção solar absoluta, necessária para as pessoas da pele clara ou mesmo que já foram acometidas pelo câncer de pele. Mas é possível ter uma proteção completa e em tempo integral com roupas e acessórios, especialmente confeccionados e tratados para este fim. As roupas comuns não são tratadas e permitem a passagem parcial, e às vezes significativa, da radiação ultravioleta (RUV) solar. O termo Fator de Proteção Ultravioleta (FPU) serve para designar a capacidade de proteção do tecido, até a máxima proteção de FPU 50.
O índice de FPU indica quanto da RUV é absorvida pelo tecido. Por exemplo, um tecido com FPU de 50, reduz a exposição da radiação sobre a sua pele em 20 vezes, ou seja, absorve 98% da RUV, quando ele for utilizado. Os vestuários confeccionados com tecidos de FPU maior do que 50 são denominados como FPU 50+.
Os vestuários para proteção solar não são normalmente tratados. A maioria deles apresenta sua habilidade natural em bloquear a RUV. A roupa fotoprotetora é uma indicação médica ao paciente, portanto, ela sempre deve ser certificada por orgãos competentes. Entretanto, no brasil, bem como em boa parte do mundo, não existe uma regulamentação própria. Por isso, a indústria garante a eficiência do seu tecido com testes baseados no “standard” australiano, cujo FPU é automaticamente colocado na etiqueta do vestuário.
São muitos os fatores que influenciam no tecido ou mesmo no vestuário para determinar a sua capacidade de proteção da RUV solar. entre elas podemos citar:

• composição do tecido;
• densidade da trama;
• cor do tecido;
• conteúdo de umidade;
• desenho do vestuário;
• tensão;
• condições do tecido.

O tecido apropriado para confecção de roupas fotoprotetoras

Hoje, é possível utilizar fios conhecidos como absorvedores, que foram previamente tratados e possuem inibidores da radiação solar, na confecção de tecidos e também em peças prontas.
O que possibilita aumentar a proteção da RUV em qualquer tipo de tecido, sem perder o conforto.
Diversos corantes absorvem a RUV e, com isso, aumentam o índice do FPU do tecido. Alguns absorvedores de RUV agem como os corantes e já podem ser adicionados às roupas durante a sua lavagem, tornando-as mais fotoprotetoras em relação ao tecido natural, porém não tão efetivas quanto as peças tratadas industrialmente.
Curiosa é a possibilidade de se tratar o tecido, principalmente o poliamida, com refletores à base de cerâmica capazes de refletir, seletivamente, o calor solar determinado pelos raios infravermelhos, mantendo a temperatura corporal agradável.

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Alessandro e o filho Luca Pascolato são diretores da Santaconstancia e atletas velejadores da classe Star e de windsurf, que levam a filosofia do seu estilo de vida para a marca dos tecidos que fabricam.

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02/07/2009 at 19:56

Os produtos Santaconstancia

As linhas esportivas da marca, principalmente a direcionada para o Fitness e Wellness, são baseadas em pesquisas e nas mais recentes tendências de materiais e acabamentos para atender a crescente demanda do mercado por produtos tecnológicos. A Santaconstancia faz a moda e a tecnologia se fundirem em produtos diferenciados e inteligentes, tais como:

Compressão
Atributo encontrado nos artigos Supplex® Ultra®. Pesquisas recentes comprovam que a compressão diminui o efeito do trauma da prática esportiva, aumenta a potência muscular, retarda a fadiga e melhora a propriocepção. Adicionalmente, o Ultra® foi desenvolvido com “gerenciador de umidade”, que conduz o suor da pele para a parte externa do tecido. No caso específico do fitness, peças feitas com Ultra®, além de uma compressão equilibrada, têm um ajuste (fit) diferenciado que deixa a silhueta confortavelmente mais exuberante. Nesta linha de produtos existem outras opções em textura e construção de malha, como o Olímpia® e Sportiva®.

Ação bacteriostática

Incorporado nos artigos Sportiva®, Olímpia® e o Basic® Biotech. Controla a proliferação de bactérias e proporciona uma sensação de bem-estar, além de evitar o mau cheiro do suor. Este grupo de produtos especialmente desenvolvidos com o fio Amni® Biotech apresenta várias texturas e pesos para uso em agasalhos, leggings e camisetas.

Proteção UV-A e UV-B
Presente nos artigos Light® e Basic® Biotech. Evita a passagem dos raios ultravioletas UV-a e UV-B, responsáveis por queimaduras e lesões na pele que podem levar ao câncer da pele. No caso específico do Basic® (sem elastano), seu peso e sua estrutura foram desenvolvidos para camisetas de uso outdoor, onde a proteção UV é necessária, que neste caso ainda conta com ação bacteriostática. No caso do Light (com lycra®), trata-se de uma versão com elasticidade para atender outros segmentos de moda ou esportivo que necessitem deste tipo de proteção. Todos os produtos são testados e certificados por laboratórios nacionais e internacionais.

Conforto e Secagem Rápida

O Supplex® original foi desenvolvido e lançado no Brasil na década de 80 pela Santaconstancia e Invista (na época Dupont) no primeiro boom do fitness. seus atributos de secagem rápida e visual de algodão associados ao conforto e praticidade da poliamida foram continuamente aprimorados para as necessidades contemporâneas. Sua aplicação nos leggings e tops tornou-se um clássico não somente nas academias como também no guarda roupa feminino moderno. Com esse sucesso, surgiu o Leggero®, feito com o fio Supplex, numa versão leve, prática e confortável para camisetas, que logo teve aceitação e reconhecimento pelo mercado como um produto funcional e inteligente.

Amni®, Amni® Biotech – marcas registradas da empresa Rhodia Poliamida. Lycra® e Supplex® – marcas registradas da empresa Invista. Basic®, Leggero®, Light®, Olímpia®, Sportiva®, Ultra®  –  nomes registrados de tecidos Da Santaconstancia.

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Ginasta Virgínia Gontijo de Mendonça Lins

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“Utilizo os tecidos da Santaconstancia porque para atividade física, principalmente a ginástica natural, tem que ser confortável e proporcionar liberdade para os movimentos”.

Alvaro Romano, idealizador e introdutor do método de Ginástica Natural no Brasil e nos Estados Unidos. Alvaro Romano é Pós – Graduado nas áreas de Educação Física Escolar e Recreação.

logosta

02/07/2009 at 19:48

Fisiologia do Vestuário e os Novos Produtos

A Fisiologia do Vestuário engloba estudos científicos com profissionais da área, baseados nas funções orgânicas, com o objetivo de aprimorar a integração Pele/Roupa/Meio Ambiente. O tecido em si não é responsável pelo desempenho de um atleta, mas ele pode contribuir para melhorar esse desempenho. A roupa nunca deve atrapalhar ou gerar sensação de desconforto. São três os fatores básicos que influenciam esta integração:
1) Isolamento térmico e troca de ar;
2) Absorção e transporte de umidade;
3) Sensação de conforto na pele.
O isolamento térmico e a troca de ar refere-se a um tecido que responda de forma adequada às condições de frio ou de calor mantendo assim o microclima entre a pele e a roupa sem prejudicar o comportamento do corpo. Cerca de 50% da influência neste caso é do microclima, 20% é da fibra do tecido e 30 % do filme que se forma na superfície da peça. Termos como permeabilidades ao ar e vapor, isolamento térmico e porosidade indicam índices de avaliação do produto quanto a este requisito.
A absorção e transporte de umidade é apresentada nos produtos mais recentes como “gerenciadores de umidade” (moisture management). Sua função é conduzir o suor da pele para a superfície do tecido, onde espalha o líquido o mais rápido possível para permitir a evaporação, equilíbrio térmico e secagem da roupa. Nos casos onde não existir este fluxo de forma equilibrada, um efeito “úmido colante” pode ocorrer fazendo com que a roupa fique mais grudada e pesada no corpo até sua secagem total. Este efeito gera desconforto e calor, pois passa a funcionar como uma camada isolante na superfície da roupa. Capilaridade do tecido (Wicking), Velocidade de Secagem, Absorção de umidade, Respirabilidade do tecido, Transporte de umidade entre outros, são termos que começam a ser utilizados para expressar os índices relacionados a esta função.
Finalmente, a sensação de conforto na pele é o resultado da associação de diversos atributos como microclima mais pressão da roupa no corpo e toque do tecido na pele. Neste caso, um tecido com respirabilidade, uma compressão equilibrada – conseguida através de uma modelagem compatível com a elasticidade e força do tecido e um toque agradável (feito com microfibras) são requisitos básicos para obtenção de um bom produto. Essa atenção nos novos desenvolvimentos tem sido dada para obtenção de peças com superfícies irregulares tanto nos fios como nos tecidos, pois minimizam o efeito “úmido colante”.
Associados às tecnologias acima, novos atributos foram incorporados nos tecidos esportivos mais recentes e entre eles se destacam: Ação bacteriostática, Proteção UV e a Compressão.
Os produtos antimicrobiais, nos quais se inserem os de ação bacteriostática, são mais conhecidos devido ao tempo e divulgação dos produtos. Já a proteção UV tem recebido atenção em razão do buraco na camada de ozônio, tido como um dos responsáveis pelo aumento do câncer da pele. Os estudos têm sido baseados principalmente nas pesquisas australianas, região onde o efeito tem se mostrado mais agressivo. No brasil, diversas publicações como a do INPE e da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SP) demonstram o estado crítico a que já estamos expostos e, com isso, os consumidores começam a reconhecer a necessidade de produtos com proteção UV. O uso da compressão é mais recente no campo esportivo e incorpora uma tecnologia de alta funcionalidade para esportes específicos. Seus fundamentos e técnicas que se iniciaram nas meias medicinais foram gradativamente incorporados nas bermudas usadas sob o calção no basquete e no futebol. Migrou para a natação onde evoluiu e está presente de forma marcante nos mais recentes produtos.

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Foto: Daniel Deak, Fábrica 13

As camisetas do Circuito Nacional de Corridas Pão de Açúcar 2004/2005 Foram confeccionadas com tecidos Basic®Biotech da Santaconstancia.

logosta

02/07/2009 at 19:42

Evolução e tendências das roupas esportivas

Mercado e Tendências por José Favilla – Consultor Têxtil

Estilo, conforto e tecnologia são ingredientes que cada vez mais fazem parte da preferência dos consumidores no momento da escolha de suas roupas no exigente mercado esportivo.
Este segmento, em suas múltiplas modalidades, apresenta um constante crescimento, fato que tem surpreendido a muitos ao observar o expressivo número de praticantes. o que é amplamente explicável ao verificarmos o comportamento e tendências não somente dos esportistas e adeptos, mas dos consumidores em geral.
A nova forma de seleção de produtos pelos consumidores, e em particular os voltados ao esporte, tem apontado para uma fusão entre funcionalidade, conforto e estilo que em diferentes intensidades atingem três níveis específicos de segmentação: 1) o do Atleta que tem uma luta constante pelos recordes e sempre está na busca dos limites do corpo; 2) o da Saúde e Bem-Estar (Wellness), onde o equilíbrio e a vida saudável se destacam; e 3) o da Expressão, onde o estilo se faz presente através do esporte. Neste último, o fato de 80% do consumo de roupas esportivas não ser feito por atletas ou praticantes, falsamente induz que somente o aspecto preço/beleza é o mais importante. Os maiores crescimentos neste setor são notados em empresas que procuram agregar ao estilo e modelagem de seus produtos a tecnologia e a funcionalidade, sem se esquecer do aspecto custo/benefício.
Neste contexto, é visível certa disseminação do conceito de “tecido inteligente”, muito falado mas difícil de ser encontrado. Uma nova linguagem começa a fazer parte dos profissionais e consumidores deste segmento, o que inspirou a Santaconstancia a participar da criação deste guia.

02/07/2009 at 19:30

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